quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A História das Coisas
Gostaria de sugerir que vocês assistissem ao vídeo abaixo, que explica de forma muito didática o que anda acontecendo com o nosso planeta. É um pouco demorado, mas vale a pena.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Casa do Fazer
Conversando com uma amiga durante a exposição Casa Office, a qual participei, recebi dela um convite para fazer um trabalho voluntário na ONG Ressoar da Rede Record.
Fui à periferia de SP conhecer o projeto. Chama-se Casa do Fazer. É uma Cooperativa de reciclagem e ao mesmo tempo um belíssimo trabalho para comunidade. A proposta é ótima: há cursos profissionalizantes, de artesanato, consultas com dentistas e médicos, enfim, diversos serviços para quem realmente precisa.
Gostei e resolvi ajudar. Eles precisavam de orientação para o plantio da grama no jardim da instituição, que estava sendo reformada. Como haviam sobrado várias mudas da exposição que participei, resolvi também doar mudas de flores e herbáceas.
Foi muito prazeroso realizar este trabalho. Todas as senhoras e meninas que fazem parte da cooperativa estavam lá no dia em que fui, com uma enorme disposição para o plantio. Tudo foi feito com um enorme prazer por parte delas também. Elas queriam embelezar seu local de trabalho, e mesmo com as pesadas tarefas de jardinagem, ninguém desanimou.
Ensinei a preparar o terreno para o plantio, a plantar e orientei como elas cuidariam do jardim depois. O resultado ficou muito bom.
Fui à periferia de SP conhecer o projeto. Chama-se Casa do Fazer. É uma Cooperativa de reciclagem e ao mesmo tempo um belíssimo trabalho para comunidade. A proposta é ótima: há cursos profissionalizantes, de artesanato, consultas com dentistas e médicos, enfim, diversos serviços para quem realmente precisa.
Gostei e resolvi ajudar. Eles precisavam de orientação para o plantio da grama no jardim da instituição, que estava sendo reformada. Como haviam sobrado várias mudas da exposição que participei, resolvi também doar mudas de flores e herbáceas.
Foi muito prazeroso realizar este trabalho. Todas as senhoras e meninas que fazem parte da cooperativa estavam lá no dia em que fui, com uma enorme disposição para o plantio. Tudo foi feito com um enorme prazer por parte delas também. Elas queriam embelezar seu local de trabalho, e mesmo com as pesadas tarefas de jardinagem, ninguém desanimou.
Ensinei a preparar o terreno para o plantio, a plantar e orientei como elas cuidariam do jardim depois. O resultado ficou muito bom.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Espaço no Casa Office
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Controle alternativo de Pragas nas plantas
Os clientes me perguntam por que as plantas têm tantas pragas?
A resposta é simples: de tanto pulverizarem as plantas com defensivos químicos, acabamos matando os predadores naturais das pragas das plantas.
Faz quanto tempo que não achamos uma joaninha em nosso jardim? Ela é uma comedora de pulgões, que tanto afetam nossas plantas.
Vamos procurar pulverizar nossas plantas com defensivos naturais, menos tóxicos.
Quando a planta apresentar pragas que tal antes de aplicar defensivos fazer primeiro uma adubação. Faça uma adubação orgânica com estrume.
Limpe as folhas infestadas com um pano embebido em água com sabão de coco, depois jogue água em abundância para lavar as folhas, mas se a infestação for grande, limpe as folhas com álcool e pulverize com fumo de rolo.

Vai aí à receitinha:
50g de fumo de rolo picado
50g de sabão de coco picado;100ml de álcool;
1 l de água.
Misture tudo em uma garrafa pet que deve ser embrulhada no jornal para não entrar luz. Deixe descansar por 48h.
Coe e dilua em 5 l d´água.
Pulverize nas plantas infestadas. Só repita a dose a cada 15 dias. Quando observar que não existem mais pragas, suspenda as pulverizações.
Esta receita serve para combater cochonilhas, ácaros, pulgões e lagartas.
Já existe fumo de rolo pronto também, porém a receita caseira é mais confiável.
Vamos proteger as plantas com produtos que não contaminem o solo, o homem nem os animais.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Trinta anos de profissão
Este ano completo trinta anos de formada. O tempo voa.
Ontem mesmo saia da Faculdade completamente inexperiente, sem saber ao menos como se fazia um contrato com um cliente.
Meu primeiro trabalho foi feito por indicação de uma amiga da faculdade, Maria José (Zezé), que me chamou para fazer a cobertura do dentista dela, no bairro do Flamengo, no Rio.
Depois, arrumei um estágio em uma firma de paisagismo que era um horror, onde fiquei 15 dias e resolvi sair. Dali fiz alguns contatos com construtoras que começaram a me chamar para fazer suas obras. Daí por diante foi o boca a boca que me trouxe clientes.
Após oito anos de profissão me mudei para Santos devido a uma transferência de trabalho de meu marido. Lá, deslanchei na profissão, pois como só havia chácaras que faziam jardins, todos sem estilo, muito iguais, uma paisagista na cidade causou furor no “high society”. Era chique fazer o jardim com a paisagista. Logo, as construtoras e grandes empreendimentos que chegavam à cidade me convidavam para fazer seus jardins, como por exemplo os do Mc Donalds, da Blockbuster, de alguns grandes Bancos, etc.
Fiz dos clientes grandes amigos, alguns que mantenho até hoje.
Depois de doze anos em Santos voltei para o Rio, onde comecei a fazer paisagismo em parceria com arquitetos. Participei de muitas exposições que me deram grande destaque no setor.
No meio do ano passado, nova transferência do marido me trouxe para São Paulo, de onde faço uma ponte aérea por mês para atender a meus clientes que ficaram no Rio e volto para atender os clientes que já consegui por aqui.
É uma profissão muito prazerosa, pois estar em contato com a natureza e a cada dia fazer um trabalho diferente – porque nunca um projeto é igual ao outro - não traz monotonia ao trabalho.
Quando entrei para faculdade de Belas Artes ia cursar Escultura, influenciada pela obra de Michelangelo, de quem sou fã incondicional. No meio do percurso, descobri uma sala cheia de plantas e perguntei que curso era aquele. O professor me explicou que seria um curso novo dentro da faculdade, de Paisagismo, e que o paisagista cuidaria de toda a área externa das construções. Seria um “arquiteto de exterior”. Adorei a idéia e pedi minha transferência de curso.
Foi muito bom ter feito esta troca, hoje não trocaria minha profissão por nenhuma outra. Adoro o que faço e não pretendo parar tão cedo.
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